Luna

Delasnieve Daspet


Luna - sempre bela e pálida.
Iluminando a noite,
E o sonho dos amantes.

Lua - nua e fria
Solitária imagem
Perdida no espaço
Negro da noite!

Lunna - que se derrama
Todas as noites
Em gotas peroladas
De orvalho,
Lágrimas doloridas
Que a relva umedece.

Yaci - de lágrimas tão doce
Que ao cairem na terra,
Adentram em seu seio
Criando novos fragmentos de vida!

Tão bela lua!.
Tão só!
Tão eterna na noite perene!
Noite após noite,
Vê a vida se esvaindo
Nas horas que passam aos quadrantes.

Lua
Por que em meu peito
Tanta saudades se não sais de
Meu pensamento?!

A saudade, ó Lua, é apenas o espaço
de tempo da ausência entre o agora e
o ontem... tempo que já não existe!

Ah! lua..
Não sintas tanto,
Não te acabrunhes,
Ainda que nada vejas no horizonte,
Sabes que terás a morte e a vida
Sempre ao nascer e findar do dia!
*******************
Delasnieve Daspet
11-01-2001
Campo Grande MS

 

 

 

música: Bela Luna

 
 
 
 
volta|poesias|cartas|duetos|homenagens|busca interna|livro de visitas|e-mail|home
 
 


Para receber nosso
Boletim de Atualizações
cadastre AQUI o seu e-mail


Envie esta página
para alguém especial