Eu, Daspet...
Eu, Daspet, umas bacantes coadjuvantes e um lago sem necessidade. Na beira de um lago, Eu, a poetiza e umas bacantes, Comemoravamos o dia. Eramos eu, a poetiza, as bacantes E o lago.
As bacantes bebiam vinho Tinham seu Baco ordinário. A poetiza fazia versos Lindos e temerários.
Eu tentava ser eu, Nunca fui algo muito claro... A clarevidência em mim era o ferro Que as bacantes bebiam em seus jarros.
E a poetiza amava As bacantes bebiam E o pobre eu era pobre Só sabia ser pobre... E jaz no fundo do lago. Ayra_on 17/04/2001
volta|poesias|cartas|duetos|busca interna|livro de visitas|e-mail|home
Para receber nosso Boletim de Atualizações cadastre AQUI o seu e-mail
Envie esta página para alguém especial